Há um simples oculto quando, numa unidade — uma linha, uma coluna ou um bloco —, um número só pode ir para uma célula. Como o número tem de aparecer na unidade, vai para essa célula, mesmo que ela tenha outros candidatos.
Chama-se oculto porque a célula, vista sozinha, não o denuncia: pode ter três ou quatro candidatos. O que o revela é olhar para a unidade inteira e ver que todas as outras células já estão excluídas para aquele número — exatamente o que faz o varrimento.
No artigo do varrimento procurámos dentro de um bloco. A mesma pergunta funciona numa linha ou numa coluna, e há simples ocultos que só se veem assim.
Há outra forma de um número se impor a uma célula: ela ficar com um só candidato. Isso é um simples nu, e vê-se ao contrário — em vez de perguntar onde vai um número, pergunta-se que número cabe numa célula. O simples oculto vem primeiro porque não precisa de notas; o simples nu, quase sempre, precisa.
Encontra um simples oculto e coloca o número. Há quase sempre mais do que um, e qualquer um serve.